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Sex 11 Ago 2017

Encatho 2017: Painel "O que é Tendência na Venda de Hospedagem” encerra o evento

De Florianópolis, Santa Catarina*

Painelistas participal da Encatho 2017
(foto: Peter Kutuchian)

O último painel da Encatho & Exprotel 2017 teve como tema "O que é Tendência na Venda de Hospedagem” e contou com quatro palestrantes que discorreram sobre diversos assuntos: Waléria Fenato, consultora especializada em RM e professora do curso RM Now; Edgar J. Oliveira, diretor editorial da Revista Hotéis; Diego Corrêa, estrategista de Negócios Online da System; e Remy Gorga Neto, presidente da Cooperativa Sol & Mar.

"Mesmo que o RM está ativo no Brasil há cerca de 20 anos, ainda existem hotéis que não utilizam o conceito", assim começou sua palestra Waléria Fenato. Durante sua fala, a especialista, ressaltou os principais aspectos e disse que hoje o RM está mais inserido em empresas do varejo, mas ainda existe muito a ser feito na hospitalidade, principalmente na hotelaria. 

Traçando a história do RM, Fenato contou a evolução do conceito, desde 1989, quando se utilizava a demanda de forecasting e o controle de permanência. Nos anos 2000, iniciou-se o Yield Management, a precificação e a avaliação dos estudos de competitividade. Atualmente, já se aplica, no exterior, o Big Data & Analytics, o impacto da reputação na precipitação e o RM sendo utilizado no segmento Mice.

“Estamos evoluindo, mas ainda existem gaps que precisam ser preenchidos como por exemplo a falta de base do hóspede final, o acompanhamento do booking pace e a previsão de demanda. Isso tudo nos fornece um histórico para que seja possível fazer a previsões e saber como tarifar”, explicou.

Waléria finalizou seu speech dizendo que os hoteleiros, os donos dos hotéis precisam deixar o gerente de RM fazer seu trabalho, porque não adianta ter um cargo e não implantar verdadeiramente o conceito no empreendimento. Há duas opções: perder ou ganhar”, concluiu.

Edgar Oliveira deu dicas para o público, de quase 200 pessoas, sobre o que sites e veículos impressos especializados precisam ter para poder atingir o público leitor. “Desde que o mundo é mundo a informação é uma arma de vital importância. Sem ela não saímos de lugar”, comentou.

Diogo Corrêa iniciou sua fala dizendo que ainda existem muitos hotéis no mercado que não possuem um sistema de reserva online em seus sites. “Garanto que se vocês procurarem sites de hotéis, irão ter dificuldade em fazer uma reserva ou mesmo fazer contato. Enquanto isso, as OTA’s e os sites de aluguel de temporada ou hospedagem alternativa estão todos na internet”, ressaltou.

Depois, ele discorreu sobre os três aspectos para se obter sucesso com as vendas online: atração, conversão e retenção. “A atração pode ser feita nos canais como Google, Trivago, Instagram, Facebook e principalmente seu próprio site. Na conversão você pode oferecer cupons, ofertas, remarketing e usabilidade. Na retenção é preciso oferecer qualidade de serviço, um programa de fidelidade e incentivar o hóspede a fazer um review”, explicou.

Diogo disse que os três fatores precisam ser trabalhados, pois não adianta ter mais êxito em apenas um deles. “Essa é a fórmula”, avaliou.

Finalizando, ele citou 15 itens para começar a aumentar as vendas online. aumento na presença das OTA’s; cadastrar o hotel em todos os metasearches; fazer uma análise funil, trabalhar o email marketing, entre outros. Se você quiser saber as outras 11 dicas acesse hsystem.com.br.

Remy Gorga Neto falou sobre o que é tendência na venda de hospedagem. “Estamos na era do conhecimento e da informação. Há uma competição econômica num mercado globalizado e numa era pós digital. Há disrrupção e aumento da cooperação no mundo”, iniciou o palestrante.

Além disso, ele disse que os países estão criando blocos para poderem viabilizar alianças estratégicas em prol do comércio. “O cooperativismo está alta, existem no mundo 2,6 milhões de cooperativas. No Brasil, começou a funcionar recentemente na área de serviços de lazer, turístico, entretenimento, esportes etc.

Em seguida, Remy entrou no assunto de hotéis cooperativos como resorts, pousadas e flats, onde o hóspede é “sócio” do empreendimento, com cotas inteligentes. “Há várias vantagens em aderir a esse sistema, como redução do preço de investimento, segurança. Isso para o hóspede. Para o hoteleiro, a grande vantagem é ter garantido a ocupação de seus quartos o ano todo, isso quando o empreendimento estiver completamente inserido no sistema”, explicou. Mais informações podem ser feitas pelo remy@solemar.coop.br.

Serviço
encatho.com.br

*A reportagem do Hôtelier News viaja a Santa Catarina a convite da ABIH-SC com apoio do Novotel Florianópolis.

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