Ilha do Mel: a beleza do refúgio avesso às tecnologias

ilha do melVista do Farol das Conchas, parte central da Ilha do Mel (fotos: Priscilla Haikal)

Se você é daqueles que não consegue desligar-se do celular e nem ficar longe das redes sociais, sendo uma verdadeira tortura ignorar as notificações de e-mails, Facebook, Twitter e afins: esqueça. A Ilha do Mel não é para você. Ali o sinal de telefone só funciona bem na região do píer e não há iluminação pública nos 200 hectares permitidos para uso - os outros 2500 são área de preservação ambiental. Para os que gostam de natureza e de passear sem lembrar da hora, o conselho é sempre estar munido com repelente e uma lanterna, já que após o cair da noite a única fonte de luz é a da lua. A ilha foi tombada em 1975 pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Estado do Paraná. Lá não circulam carros. Para chegar é preciso percorrer aproximadamente 24 quilômetros de barco, que sai do Porto de Paranaguá. O local fica situado a pouco mais de uma hora de distância da capital Curitiba. Outra informação importante é que o acesso é limitado, sendo permitida a entrada de no máximo 5 mil pessoas por dia. Os principais vilarejos são Nova Brasília, Encantadas, Fortaleza, Farol e Praia Grande.

mapa_ilha_do_melMapa turístico das regiões da ilha (imagem: www.paranagua.pr.gov.br)

Muito frequentado por jovens e estrangeiros, as atividades se concentram em trilhas à pé, passeios de bicicleta, ou surfe. Na Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, mais ao norte da ilha, os corredores de pedra lembram um labirinto e no Farol das Conchas é possível observar toda a beleza da ilha e a imensidão do mar Atlântico. As hospedagens são simples, com um grande número de hostels e pousadas. As acomodações costumam ter decoração rústica, com estruturas que variam de cinco a quinze quartos. Serviço www.paranagua.pr.gov.br  

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