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Qua 12 Mar 2014

Toni Sando: A crise abre os olhos para ver

toni sando2 Toni Sando, presidente executivo do SPCVB (foto: divulgação)

Diz a lenda que conhecemos uma pessoa de verdade quando ela está sob pressão. "Desestabilidade" financeira, fragilidade na saúde, perda de um ente querido, relacionamentos mal compreendidos, fofocas no ambiente de trabalho ou da família, dificuldades nos estudos, e por aí vai... No mundo corporativo, as empresas não são diferentes. Quando aparece uma crise, comportam-se da mesma maneira que um ser humano. Quando os resultados não alcançam os objetivos, seja por variáveis supostamente controláveis ou não, ou ainda por um ambiente externo incontrolável, o clima fica tão ruim que alguns esquecem até de brigar por causa da temperatura do ar condicionado. São nesses momentos que a insegurança não estimula, trava. A sensação de angústia vem acompanhada da dura realidade de que somos vulneráveis e mortais, e a criatividade cede espaço para a fragilidade. E é nesse momento que precisamos ficar de olhos bem abertos para enxergar novas oportunidades que deixamos de ver devido ao conforto dos relacionamentos ou dos ambientes que convivemos. Na crise pessoal ou profissional, para quem quer ter prazer em viver de bem com a vida, não há alternativa, é preciso respirar fundo, reagir, correr atrás do plano B, C ou D, e superar os obstáculos o mais rápido possível. Por outro lado, é na crise que o gestor identifica, como no sangue, as gorduras que foram ficando paradas pelo caminho em tempos de fartura e que se tornam prejudiciais à saúde da empresa, na medida que o tempo passa. Na última temporada de calor, algumas reservatórios entraram em crise. As represas diminuíram muito suas reservas d’água e deu para ver quanta sujeira ficou exposta a céu aberto. É nessa hora que é necessário limpar o que tem que ser limpo, senão a chuva volta como as ondas do mercado e tudo fica aparentemente normal, adiando para um futuro pior a sujeira acumulada. O gestor precisa ter atitudes assertivas para vencer os obstáculos, mesmo que tenha que rever todo o modelo que foi vencedor, mas que não serve para um novo cenário. O colaborador precisa ter atitude, disposição e coragem para saber quando está na hora de mudar antes que alguém o faça, sentir-se estimulado a vencer novos desafios e enfrentar seus medos. Sobreviva e viva. *Toni Sando é presidente executivo da Fundação 25 de Janeiro - São Paulo Convention & Visitors Bureau. Administrador de Empresas com MBA em Gestão Empresarial. Sócio da TSM Assessoria e Gestão de Negócios, palestrante e professor de Marketing, Gestão de eventos e Tendências. Atuou em marketing, vendas, produtos e operações no mercado financeiro, administradora de cartões de crédito e em rede hoteleira. Contato tsando@visitesaopaulo.com  

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