Turismo de Israel prepara investimento para expansão de oferta hoteleira


Basílica do Santo Sepulcro

Apoiado no discurso da valorização do turismo como ferramenta de crescimento econômico, o governo de Israel projeta grandes investimentos para a expansão da oferta hoteleira. Segundo comunicado divulgado pelo Ministério do Turismo daquele país, a administração nacional liberou mais de 180 milhões de shekels israelenses - aproximadamente R$ 165 milhões - em concessões para empreendedores. A intenção é que as cifras sejam investidas na construção de 2,5 mil quartos em 35 hotéis instalados pelo território israelita. 

A ideia é colocar ministério e iniciativa privada para trabalharem juntos. Mas não apenas na construção de novos empreendimentos. Expansões e conversões de estabelecimentos que já funcionam também estão no plano. 

A cidade de Jerusalém e o aumento da oferta de meios de hospedagem de categoria econômica são os alvos principais da medida.

Segundo informa o ministério, a atual capital daquele país recebeu aprovação de cinco projetos que vão adicionar 482 quartos. Mais algumas cidades devem ganhar considerável reforço em seu portfólio. Netanya e Rishon Le Zion devem ver a construção de hotéis com 356 e 240 unidades habitacionais, respectivamente. 

O turismo de lazer também deve ser favorecido. Um dos complexos de Sde Boker deve ser ampliado com mais 42 quartos. Mais uma cidade, Be'er Sheyva também terá novidades no lazer: um meio de hospedagem com 50 habitações. Outras duas conversões estão previstas. Uma em um complexo de luxo de 275 apartamentos em Ein Bokek e outra em Bat Yam.

Detalhes do plano de expansão da oferta hoteleira

As minúcias e detalhes sobre possíveis empresas administradoras e bandeiras com as quais as unidades funcionarão ainda não foram divulgados. Cidades famosas mundialmente como Tel Aviv e Herzliva não constam no planejamento do ministério.

Sobre o pacote de investimentos, Yariv Levin, ministro do turismo israelita comenta. "Isso é uma resposta ao crescimento do turismo de incoming e, ao mesmo tempo, vai nos levar a preços mais baixos", diz. 

Informações sobre início e conclusão de obras não foram divulgadas no material divulgado pelo ministério. 

* Foto de capa: pixabay/Pompi

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