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Senac-SP - retomada hotéis-escola

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Hotéis-escola do Senac-SP aproveitam demanda de lazer

Por Camila Gallate 2 de outubro de 2020

Após o fechamento temporário no fim de março, os hotéis-escola do Senac-SP agora se aproveitam da demanda positiva no lazer. Localizadas em Águas de São Pedro e Campos do Jordão, as duas unidades reabriram em 31 de julho e 27 de agosto, respectivamente. Desde então, vêm atendendo a famílias cansadas do longo período de confinamento nos finais de semana.

Atualmente, os dois hotéis-escola operam com capacidade reduzida. O Grande Hotel São Pedro com 60% e o Grande Hotel Campos do Jordão com 80%, informa Marcelo Picka. “Nos finais de semana, temos ocupação máxima. Já durante a semana, a média cai para 45% dos quartos disponíveis”, conta o diretor geral dos hotéis-escola Senac-SP.

Devido ao tempo fechado, as metas do ano foram todas revistas. “Os objetivos previstos para este ano foram ‘dizimados’ pelo longo período em que os hotéis ficaram fechados. Infelizmente, a recuperação total não será possível”, diz Picka, resignado.

Dentro da realidade atual, os resultados são promissores. Mais ainda, as duas unidades estão em destinos que vêm tendo demanda no país: perto de grandes centros e sem dependência de aéreo. Tudo isso, somado aos resultados atuais, trazem boas perspectivas. “O desempenho do último quadrimestre traz algum alívio e nos dá a certeza de que 2021 será excelente para nós.”

Senac-SP: a caminhada pela recuperação

Ainda relativo às perdas decorrentes pela crise, os hotéis-escola Senac-SP estimam queda na receita de 40% frente a 2019. Em relação às tarifas, Picka conta que as manteve nos mesmos patamares pré-pandemia. Ele justifica tal decisão em função dos protocolos de segurança, que exigem maior custo operacional.

Senac-SP - Marcelo Picka

Picka: otimismo com o futuro, mesmo sabendo que o cenário continua desafiador no mercado

Finalizada essa etapa de adaptação, Picka vê como provável uma volta aos patamares pré-pandemia em 2021. “Estamos muito otimistas em relação ao próximo ano, contando inclusive que a demanda do segmento Mice volte com força total”, comenta.

Ainda assim, ele revela ainda não ter definição concreta sobre grandes eventos como Carnaval e Réveillon. Certo é que devem acontecer de maneira mais reservada. Por fim, apesar do otimismo, Picka sabe que o cenário ainda é desafiador. “Será preciso usar a criatividade para enfrentar mais esse desafio que, certamente, não será maior do que os enfrentados esse ano”, comenta.