Até 2ª semana de janeiro, ocupação no Rio está em 76%, informa SindHotéis Rio

SindHotéis RioZona Sul da cidade, como esperado, foi a mais procurada

O SindHotéis Rio (Sindicato das Empresas de Hotelaria e Estabelecimentos de Hospedagem do Rio de Janeiro) divulgou pesquisa parcial relativa ao mês de janeiro na capital fluminense. De 7 a 13 de janeiro, a entidade apurou ocupação de 76% nos hotéis cariocas, nove pontos percentuais acimado verificado em igual período de 2018.

Segundo Alfredo Lopes, presidente do SindHotéis Rio, o objetivo do levantamento foi medir a permanência dos turistas na capital fluminense após o Réveillon. Na ocasião, estimativa da entidade apontou que a ocupação chegou a 98% na data da virada. “O calorão deste ano não está sendo registrado só nos termômetros. A hotelaria está comemorando uma temporada de procura aquecida”, ressalta.

Na avaliação de Lopes, alguns fatores ajudam a explicar o bom desempenho até aqui na alta temporada. “Sem dúvida, a sensação de melhora na segurança tem impacto, assim como um ajuste para baixo nas tarifas na faixa de 15%, que tornaram o destino mais competitivo”, explica. “Há também a ajuda das altas temperaturas, que trazem uma resposta rápida do mercado nacional, que costuma reservar mais em cima da hora”, completa o executivo, que também preside a ABIH-RJ (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro).

SindHotéis Rio: mais dados

O levantamento apontou Copacabana/Leme como a região com melhor ocupação (83%) no período analisado. Em seguida, segundo a entidade, aparecem Ipanema/Leblon (78%), Barra da Tijuca/Recreio (77%), Flamengo/Botafogo (66%) e Centro (58%).

Em termos de origem do visitante, o público nacional foi ampla maioria, com 79% do total. Os principais mercados emissores foram São Paulo e Minas Gerais, assim como interior fluminense, Paraná, Distrito Federal, Goiânia e Rio Grande do Sul. O perfil traçado foi de casais e famílias, com faixa etária de 21 a 40 anos.

Já entre os turistas internacionais, o SindHotéis Rio identificou uma predominância sul-americanos entre os principais mercados emissores. Destaques para Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai. A entidade também apurou boa presença de norte-americanos, alvos do recém-empossado governo brasileiro.

(*) Crédito da foto: Davi Costa/Unsplash

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