Blue Tree Hotels lança projeto de inclusão social para refugiados

blue tree hotels- refugiadosProjeto visa recolocar as pessoas no mercado de trabalho

Em parceria com ONGs, a Blue Tree Hotels passa a abraçar a causa dos refugiados no Brasil. A rede lançou o programa “Viver sem fronteiras, construindo juntos o bem-receber”, que tem como missão a inclusão social por meio da contratação de pessoas que desembarcaram no país em busca de melhores condições de vida. O projeto oferece plano de carreira e auxílio alfabetização. 

A primeira fase do programa prevê a contratação de colaboradores para atuarem na área de Governança, como arrumadeira/arrumador. Já na segunda etapa, a rede promoverá capacitações com o intuito de ampliar a experiência dos profissionais nas 22 unidades da Blue Tree. Os refugiados capacitados então estarão aptos para atuar nos empreendimentos da marca ou em outra cadeia hoteleira.

“Acreditamos que, para a construção de uma sociedade inclusiva e mais justa, é nosso dever contribuir para o desenvolvimento do Brasil e, para isso, geramos oportunidades para todas as pessoas, sem distinção de origens e crenças”, afirma Chieko Aoki, presidente da rede.

Blue Tree Hotels: unidades

A ação é fruto do histórico de iniciativas solidárias promovidas pela Blue Tree. Atualmente, sete unidades da rede contam com nove colaboradores refugiados. Entre elas estão: Blue Tree Premium Manaus, Blue Tree Premium Joinville, Blue Tree Premium Alphaville, Blue Tree Towers Anália Franco, Blue Tree Premium Faria Lima, Blue Tree Premium Paulista e Blue Tree.

Para facilitar a interação entre os colaboradores, os funcionários da rede também recebem um treinamento específico. “Esse programa tem apresentado histórias que nos enchem de orgulho, como no caso de uma colaboradora da unidade Morumbi, em São Paulo, que começou trabalhando na governança, e foi promovida para a recepção”, ressalta Chieko.

O CONARE (Comitê Nacional para os Refugiados) divulgou em julho o relatório “Refugiados em Números”. Em 2018, o Brasil recebeu cerca de mil pessoas de diferentes nacionalidades. O ano passado foi o maior em números de solicitações de reconhecimento de condição de refugiado, de acordo com a ACNUR (Agência da ONU para Refugiados).
Atualmente, cerca de 11,2 mil pessoas são reconhecidas como refugiadas pelo Brasil. Os estados com mais solicitações em 2018 são Roraima (50,7 mil), Amazonas (10,5 mil) e São Paulo (9,9 mil).

(*) Crédito da foto: Divulgação/Blue Tree Hotels

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