Brasil é o 6º mercado emissor do Trump Hotel New York

Trump Hotel Nova York - Fernanda Carvalho e Prince SandersFernanda e Sanders receberam jornalistas para um almoço no Parigi

Após milionária renovação concluída em 2018, o Trump Hotel New York está novinho em folha. Boa notícia, portanto, para os turistas brasileiros, que são o sexto principal mercado emissor da unidade, uma das nove da rede criada pelo atual presidente americano. Ao todo, US$ 30 milhões foram investidos na renovação, que abrangeu quartos e áreas comuns – o restaurante já havia sido reformado há três anos. Para apresentar esses e outros detalhes, a Trump Hotels reuniu a imprensa para um almoço hoje (11), em São Paulo.

Além de Fernanda Carvalho, do escritório de Vendas da rede americana no país, esteve no encontro Prince Sanders, gerente geral do Trump Hotel New York. “É um hotel antigo, aberto no final dos anos 1970. Então, tínhamos quartos com muitos espelhos e detalhes em dourado. Ou seja, uma decoração mais para meus pais e avós do que qualquer outra coisa. Uma renovação mais ampla era necessária”, explica Sanders, um simpático e extrovertido nova-iorquino que, desde 2017, comanda o hotel.

Com uma diária média anual na casa de US$ 700, o hotel tem no mercado doméstico seu principal público. “Somos um hotel de lazer, até porque a grande maioria dos quartos são suítes, todas elas bem espaçosas e com cozinhas, voltadas para famílias e com uma vista única da cidade”, observa Sanders. “Depois dos Estados Unidos, nossos principais mercados emissores são Reino Unido, China, Rússia, Oriente Médio e Brasil. No primeiro trimestre, contudo, turistas brasileiros assumem a terceira posição, e com a diária média mais alta do período”, observa.

Trump Hotel Nova York - Park Two Bedroom SuiteReforma custou US$ 30 milhões e focou em cores sóbrias e decoração clássica

Trump Hotel New York: a propriedade

Com localização privilegiadíssima, ocupando um quarteirão inteiro bem na frente do Columbus Circle (e do Central Park), a propriedade é o primeiro hotel aberto por Donald Trump. Sanders reconhece que, com o chefe na Casa Branca, o sobrenome famoso traz ônus e bônus. “É uma marca conhecida mundialmente, mas, no primeiro ano dele na presidência, tivemos muitas manifestações na porta do hotel, já que Nova York é totalmente democrata. Isso afetou um pouco nossa ocupação”, admite. “É aquilo: há dezenas de Trump Towers na cidade, mas o edifício é um ícone tão grande de Nova York que os protestos eram sempre lá”, completa.

Muito embora as eleições americanas estejam próximas, esse momento um pouco mais conturbado ficou para trás. “Na verdade, 2019 estamos tendo o melhor faturamento desde que assumi a gerência geral”, informa Sanders. “Temos uma concorrência muito forte na região de Central Park West, mas apostamos no atendimento personalizado para oferecer uma experiência única aos clientes. É 1,5 colaborador por quarto para poder entregar um serviço de excelência”, acrescenta.

Além da hospedagem em si, o hotel tem outros atrativos, que vão da gastronomia a outras experiências. O A&B (Alimentos & Bebidas) é comandado por Jean-Georges Vongerichten, chef estrelado que, além do restaurante Nougatine, criou até o menu do room service. Academia de última geração, programa exclusivo para crianças, spa e até uma parceria com um campo de golfe no Bronx completam a oferta de amenidades do empreendimento. “Somos um hotel de lazer voltado para a família, embora também recebamos executivos a trabalho. Então, precisamos oferecer muito mais do que uma simples hospedagem”, finaliza Sanders.

(*) Crédito da capa: Divulgação/Trump Hotels

(**) Crédito da foto: Vinicius Medeiros/Hotelier News

(***) Crédito da foto: Divulgação/Trump Hotels

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