Caio Calfat lança edição 2020 do estudo sobre mercado de multipropriedade

Caio Calfat - estudo multipropriedade_internaCalfat explica que o corte da pesquisa ocorre bem no final de março

O mercado de multipropriedade também vive incertezas, assim como a hotelaria tradicional. Especialistas dizem que a estratégia de desenvolvimento terá que ser revista, principalmente os fluxos de captação e vendas. Se não há clareza sobre como será o pós-pandemia, o raio-x do setor até a chegada da crise é conhecido, e com um retrato positivo. É justamente esse recorte que a Caio Calfat Real Estate Consulting apresenta no estudo Cenário de Desenvolvimento de Multipropriedades no Brasil 2020.

A divulgação oficial da pesquisa ocorre na quinta-feira (25). Na ocasião, a Adit Brasil promove webinar com um time de executivos da empresa liberada por Caio Calfat. Além do próprio Calfat, que preside a associação de investimento turístico, participam da transmissão Alexandre Mota e Fernanda Nogueira, diretor e gerente da consultoria, respectivamente. O evento está programado para começar às 15h e as inscrições podem ser feitas no https://bit.ly/2YoxwVY.

“O corte da pesquisa ocorre bem no fim de março de 2020, quando o país paralisava devido a necessidade de distanciamento social e ações para evitar aglomerações, o que acabou por interferir na economia pela paralisação de atividades não essenciais”, explica Calfat, para quem a a movimentação do mercado interrompida deve voltar ainda em 2020, conforme o contágio da pandemia for controlado.

Multipropriedade e o pós-pandemia

A edição de 2019 do estudo trazia um olhar bastante otimista para o mercado de multipropriedade. Segundo a pesquisa, o VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 22,3 bilhões previsto para o ano passado somava R$ 22,3 bilhões, com um total de 432 mil frações comercializadas. “O relatório de 2020 segue essa toada, mostrando um mercado com sinais de amadurecimento, com crescimento expressivo expansão territorial abrangente e diversidade de modelos de projeto”, destaca Calfat.

O presidente da Adit reconhece, contudo, que o ritmo da retomada no pós-pandemia é incerto e precário. Para ele, só após o advento de uma vacina, ou pelo menos um tratamento eficiente, a vida poderá voltar ao nível pelo menos próximo ao que era considerado normal. “Embora seja um produto que mostrou resiliência ao se destacar bem no meio da recessão econômica de 2015 a 2017, o pós-Covid trará imensos desafios para o setor”, finaliza

(*) Crédito da capa: Divulgação/Grupo Natos

(**) Crédito da foto: Arquivo HN

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