FMI eleva crescimento do Brasil em 2019 a 2,5%

FMI - hotel em São PauloBar do Novotel Itu Golf & Resort: PIB maior favorece turismo

O otimismo com a economia brasileira, que pode ser retratava pelas sucessivas renovações de máximas na Bovespa, ganhou endosso importante. Hoje (21), o FMI (Fundo Monetário Internacional) elevou a perspectiva de crescimento do PIB (produto interno bruto) do país para 2019. A instituição revisou a expansão do indicador para 2,5%, 0,1 ponto percentual acima da última estimativa, de outubro.

Segundo o fundo monetário, a revisão avaliza a continuidade da recuperação após a recessão que afetou o país, e uma série de indicadores mostram isso. Entre eles, a ICF (Intenção de Consumo das Famílias), divulgado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).  Em paralelo, a estimativa do FMI está em linha com o projetado por economistas consultados na Pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central. Na análise da instituição brasileira, a expectativa é que o PIB brasileiro cresça 2,53% este ano. Outros indicadores, como o 

Apesar da melhor na perspectiva para o PIB desse ano, o FMI reviu para baixo a estimativa para 2020. Com isso, a projeção para o Brasil foi reduzida em 0,1 ponto percentual, para 2,2%.

FMI e América Latina 

As projeções divulgadas hoje integram o relatório “Perspectiva Econômica Global”. A melhora na expectativa para o Brasil ajudou a compensar, em parte, a revisão para baixo do México, informou o fundo ao fazer uma avaliação sobre a América Latina. Além disso, serviu para equilibrar a contração mais severa do que o anteriormente esperado na Venezuela.

A estimativa para a região, portanto, foi reduzida em 0,2 ponto percentual para ambos os anos. Ainda assim, a projeção é que a América Latina vai ganhar fôlego no período, passando de um crescimento de 1,1%, em 2018, para 2,0% neste ano e 2,5%, em 2020

“As reduções são apenas parcialmente compensadas por uma revisão para cima na estimativa de 2019 para o Brasil, onde a recuperação gradual da recessão de 2015-16 deve continuar”, disse o FMI no relatório.

(*) Crédito da capa: Geralt/Pixabay

(**) Crédito da foto: Peter Kutuchian/Hotelier News

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