Hotelaria da Ásia-Pacífico tem queda nos indicadores do 3º tri, diz STR

STR- asiaKuala Lumpur teve boa demanda, o que gerou alta de 4,6% na ocupação

Os números da indústria hoteleira da região Ásia-Pacífico seguem em declínio. Após os resultados ruins em agosto, a praça encerrou o terceiro trimestre com redução nos principais indicadores, segundo dados do STR. A ocupação sofreu queda de -1,7%, chegando a 71%; a diária média apresentou desaceleração de -0,5% para US$ 98,23 e o RevPar caiu -2,2% a US$ 69,72 frente ao mesmo período em 2018.

Em Kuala Lumpur, na Malásia, a ocupação subiu 4,6%, chegando a 74,6%. Em contrapartida, a diária média sofreu declínio de -5,8% e o RevPar caiu -1,4%. Segundo analistas do STR, o aumento de quartos ocupados foi o primeiro desde o primeiro trimestre do ano passado. O desempenho foi impulsionado por um salto na demanda de 6,8%, que incluiu aumentos de agosto e setembro - de 11% e 8,2% - respectivamente.

Em termos individuais, o mercado de luxo teve o maior incremento de demanda (21,7%). A demanda por grupo atingiu os dois dígitos no trimestre (15,2%), enquanto a demanda transitória aumentou 7,0%.

STR: Vietnã

A performance de Ho Chi Minh, Vietnã, foi um pouco mais positiva. Apesar da ocupação ter caído -2,2% e encerrado em 67,3%, a diária média subiu 4,1% e o RevPar 1,8%. A queda nos quartos ocupados ocorreu quando a oferta (2,7%) superou a demanda (0,5%). Analistas observam que a desaceleração da demanda pode ser devido à crescente popularidade de outros destinos do Vietnã, como Phu Quoc, Da Nang e Hanói. Analisando os meses individuais, agosto registrou as maiores quedas de ocupação (-3,9%) e RevPar (-0,2%).

(*) Crédito da foto: peternguyen/Pixabay

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