Rede Accor produz relatório de sustentabilidade

 
Conquistas, avanços e desafios encontrados. Estes são alguns dos dados contidos no primeiro relatório de sustentabilidade que a rede Accor acaba de lançar, mencionando informações sobre a atuação do grupo na América Latina no que tange à questão do desenvolvimento sustentável. Os números foram mensurados de 2002, quando a empresa começou suas atividades no Brasil, até meados do ano corrente.
 
"A elaboração de nosso relatório permite vermos com clareza em que momento estamos com relação às nossas atividades de sustentabilidade, o quanto já fizemos e também quais serão
nossas diretrizes no futuro", afirma Antonietta Varlese, gerente de comunicação corporativa e desenvolvimento sustentável para a América Latina.
 
Roland de Bonadona, CEO da Accor, 
que assinou o editorial do projeto
(foto: divulgação)
 
A assinatura do editorial foi feita por Roland de Bonadona, CEO da rede na região. São 61 páginas com as iniciativas do Earth Guest, programa iniciado em 2006 com intuito de organizar a postura de responsabilidade social corporativa, dividida em oito áreas. Desenvolvimento local, proteção à infância, luta contra epidemias e alimentação balanceada são os tópicos, que levam o nome de Ego, relacionados às pessoas. Já temas como energia, água, lixo e biodiversidade estão ligados ao meio ambiente, sob o nome de Eco.
 
"Uma rede hoteleira agrega diversos aspectos em seu negócio e dialoga com uma série de stakeholders. Nossas ações de sustentabilidade procuram refletir essa diversidade de atividades",
explica Varlese.
 
Plant for the Planet
Para facilitar o diálogo da sustentabilidade junto aos hóspedes, a rede criou o Plant for the Planet, programa no qual se planta uma árvore a cada cinco toalhas reutilizadas pelos clientes. O local escolhido para o plantio foi a margem do rio São Francisco, em Minas Gerais.
 
"Nosso desafio está em contar com o apoio dos hóspedes na reutilização das toalhas e também das camareiras, que fazem a contagem das toalhas, além dos proprietários das terras nas quais fazemos o plantio", finaliza Antonietta.
(Redação)
 

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