STR: América do Sul fecha 1º trimestre com desempenho irregular

STR - Santiago Q1 19Santiago teve expansão em dois dos três indicadores analisados

O primeiro trimestre não foi dos melhores para a hotelaria da América do Sul e Central, apontam dados da STR. No geral, a performance nas duas regiões ficou marcada pela queda em dois indicadores, com o outro tendo levíssima expansão. Apesar disso, houve mercados em destaques, casos do Rio de Janeiro e de Santiago.

No primeiro trimestre, na comparação com igual período de 2018, a ocupação nas duas regiões subiu 0,6% (para 58,1%). Já diária média recuou 4,5% na mesma base de análise, para US$ 100,35. Tal performance acabou puxando para baixo o RevPar, que fechou o período analisado em US$ 58,27, informa STR.

O desempenho nas duas regiões ficou abaixo do alcançado pelos EUA, que teve leve crescimento nos três indicadores avaliados pela STR.

STR: Rio e Santiago

Com desempenho positivo impulsionado pelo Carnaval, o Rio de Janeiro fechou o trimestre com alta de dois dígitos em dois indicadores. Além disso, a ocupação absoluta foi a mais alta desde 2015, enquanto a diária média superou 2016, melhor performance dos últimos anos. Março, em especial, foi destaque no período, com elevação de dois dígitos em todos os índices levantados. Para o feriado da folia, os dados estiveram em linha com o que analisou a ABIH-RJ (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro).

Sendo assim, no trimestre, a Cidade Maravilhosa teve crescimento de 12,2% na ocupação, a 63,8%. Já diária média e RevPar subiram 5,4% (para R$ 403,46) e 18,3% (R$ 257,40), respectivamente. A base de comparação é sempre em relação aos três primeiros meses do ano anterior.   

Outra praça com bom desempenho no primeiro trimestre foi Santiago. Apesar da queda registrada na ocupação, diária média e RevPar cresceram na capital chilena. Segundo analistas do STR, o RevPar nos dias de semana na cidade avançou 4,7%, sendo uma das razões para a alta geral no índice.  

No geral, a ocupação em Santiago recuou 2,5%, para 67,8%. O resultado negativo no indicador foi compensando pela expansão de 6,2% na diária média, que fechou o período em 82.917,47 pesos. Com isso, o RevPar da hotelaria da capital chilena cresceu 3,5%, a 56.208,62 pesos. A base de análise o é sempre frente aos três primeiros meses do ano anterior.

(*) Crédito da capa: João Pedro Vergara/Unsplash

(**) Crédito da foto: Juan Pablo Ahumada/Unsplash

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