Nascido na França, Cedric Nubul começou a carreira na hotelaria como atendente de contas a receber no Hilton Paris. A partir disso, construiu uma trajetória sólida em diferentes frentes dentro da companhia, passando por Finanças, Vendas e Operações. Ao todo, são mais de 20 anos de experiência em hospitalidade.
Com uma trajetória internacional marcada por versatilidade e excelência, Nubul é o atual gerente geral de Área para o Brasil da Hilton. Ele é o responsável por liderar as operações de cinco hotéis multimarcas da rede no país, incluindo as unidades Hilton Copacabana e Hilton Barra. O segundo, aliás, completou 10 anos no mês passado.
Ao longo dos anos, atuou em países como França, Espanha, Itália, Maldivas, Malásia, Curaçao e Colômbia. Neste período, também soma premiações como de Gerente Geral do Ano. Formado com mestrado em Gestão Hoteleira pela IUP Marne La Vallée, ele é conhecido por sua liderança inspiradora e visão estratégica de longo prazo.
Em sua estreia na seção Três perguntas para, o executivo comenta o bom momento do mercado brasileiro, destacando as unidades do Rio de Janeiro. Além disso, também reforça o foco da Hilton em oferecer experiência ao hóspede.
Três perguntas para: Cedric Nubul
Hotelier News: Como a Hilton enxerga o mercado brasileiro atualmente? Quais os planos para o país a curto, médio e longo prazos?
Cedric Nubul: O mercado brasileiro é muito promissor e estratégico para a Hilton, tendo em vista que o país tem forte potencial para o turismo e a hotelaria está muito aquecida. Estamos constantemente acompanhando o nosso público e as tendências do setor para implementarmos novidades e aprimorar ainda mais os serviços, como experiências diferenciadas e inesquecíveis, novos menus, drinks temáticos, eventos especiais que engajam o público, entre outros.
HN: Analisando os empreendimentos do Rio de Janeiro especificamente, qual a expectativa para os grandes eventos que estão por vir na cidade? Nos principais índices (ocupação, diária média e RevPar), o que se espera em resultados?
CN: Mesmo não podendo abrir números, podemos dizer que os períodos de grande movimento que tivemos até o momento, como Réveillon e Carnaval, foram ótimos e a primeira semana de maio já está sendo muito positiva e trazendo ótimos resultados para a operação.
HN: Como profissional do mercado que ingressou no setor hoteleiro há 25 anos e, desde então, construiu uma carreira dentro de uma só rede, qual sua avaliação sobre as mudanças na hotelaria e na própria Hilton? Quais pontos mais evoluíram em ambos os aspectos e como você enxerga sua trajetória pessoal desde então?
CN: Fico muito feliz em dizer que estou há 24 anos na Hilton. Eu sempre afirmo que o céu é o limite e a Hilton é uma empresa que permite que você sonhe e construa uma grande carreira.
Embora a Hilton tenha crescido exponencialmente, que hoje tenha mais marcas do que há 20 anos e que aspectos como a tecnologia tenham evoluído ao longo do tempo, a cultura da empresa não mudou e está mais forte do que nunca. Como resultado, a Great Place to Work classificou a rede como a segunda melhor empresa para se trabalhar no mundo.
(*) Crédito da foto: Divulgação/Hilton















