De acordo com dados divulgados hoje (13) pela Alagev (Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas), em parceria com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), as viagens corporativas tiveram, em março, faturamento de R$ 11,3 bilhões, superando o mês anterior e ficando 4,1% acima em relação ao mesmo período de 2023.
O valor apresentado no período se equipara ao recorde histórico de receita dos meses de março, que foi registrado há 10 anos, em 2014. No acumulado do primeiro trimestre deste ano, o setor de viagens corporativas faturou R$ 29 bilhões. A cifra é 4,7% superior ao mesmo período do ano passado, que registrou R$ 22,7 bilhões.
Entretanto, a receita do primeiro trimestre deste ano ainda não superou o recorde histórico deste intervalo de meses, que também foi registrado em 2014. Por outro lado, há expectativas por parte da Alagev e da FecomercioSP de que este pico de faturamento seja superado nos próximos anos, visto que o setor de viagens corporativas vem apresentando resultados positivos progressivamente.
Outros dados
O saldo positivo apresentado no faturamento das viagens corporativas mostra que a classe empresarial tem mostrado empenho ao contornar os obstáculos atuais do mercado, como a limitação da oferta de espaços para eventos de empresas e o encarecimento para a locação desses locais.
Outro desafio mercadológico enfrentado por empresários foi o encarecimento progressivo das passagens aéreas. Consequentemente, este fator contribuiu de forma veemente para o crescimento econômico do setor de viagens corporativas, que foi estimulado pelo compartilhamento e esforço de venda conjunta entre as companhias aéreas.
“É correto afirmar que o setor de viagens corporativas está em uma ascensão progressiva. Este crescimento está relacionado com o encarecimento das despesas para este tipo de viagem, como passagens aéreas, aluguel de carros e hospedagens. Paralelamente, as empresas vêm solicitando cada vez mais esses serviços. Dessa forma, o nosso mercado continua aquecido”, observa Luana Nogueira, diretora executiva da Alagev.
O estudo pode ser consultado na íntegra no link.
(*) Crédito da foto: Pixabay











