A Amarante completa 37 anos com mais de R$ 570 milhões previstos para expansão e renovação de seus resorts em Alagoas. O investimento contempla a terceira ampliação do Japaratinga Lounge Resort, a construção do Salg Patacho Exclusive Resort e um programa de modernização das operações existentes. Os projetos integram um plano mais amplo, de mais de R$ 1,7 bilhão até 2031, que inclui novos empreendimentos em destinos de praia do Nordeste.
A rede opera atualmente três resorts no litoral alagoano, que somam mais de 870 apartamentos. Com os projetos em andamento, espera ultrapassar 1.170 unidades até 2028. O crescimento da capacidade acompanha o avanço das receitas: o faturamento com diárias passou de aproximadamente R$ 50 milhões em 2012 para mais de R$ 700 milhões em 2025. Segundo a empresa, o resultado do ano passado foi mais de 20% superior ao de 2024 e o maior de sua história.
“Nosso próximo ciclo de crescimento combina expansão, renovação dos empreendimentos e investimentos em novos destinos. Ao mesmo tempo em que ampliamos nossa capacidade, queremos fortalecer a experiência dos hóspedes e gerar impacto positivo nas regiões onde estamos presentes”, afirma Mário Vasconcellos, CEO da Amarante.
Obras ampliam presença no litoral de Alagoas
Do investimento anunciado, cerca de R$ 230 milhões serão destinados à terceira ampliação do Japaratinga Lounge Resort. A obra acrescentará 180 apartamentos e cinco pontos de consumo ao empreendimento. Outros R$ 260 milhões estão previstos para o Salg Patacho Exclusive Resort, que levará a companhia a um novo destino no litoral alagoano. Aproximadamente R$ 80 milhões serão aplicados no retrofit dos resorts em operação.
As obras dos dois projetos já começaram e empregam cerca de 1 mil trabalhadores, dos quais mais de 400 atuam no Salg Patacho e aproximadamente 600 na ampliação do Japaratinga. Com as expansões previstas, a Amarante projeta ultrapassar 4 mil empregos diretos até o fim da década.
“Só os projetos que estão em execução já representam um importante movimento econômico e de geração de oportunidades. O plano é continuar crescendo de forma estruturada, ampliando nossa presença em destinos de praia do Nordeste”, diz Vasconcellos.
A trajetória da empresa começou em 1989, com a inauguração do Salinas Maragogi, então com cerca de 60 apartamentos. A abertura do Salinas Maceió, em 2008, e a do Japaratinga Lounge Resort, em 2019, ampliaram o portfólio. Hoje, os três empreendimentos reúnem mais de 870 unidades, ante aproximadamente 390 há 15 anos.
Vendas diretas ganham espaço
A Amarante informa receber mais de 250 mil hóspedes por ano e comercializar cerca de 300 mil diárias. A empresa conta com mais de 2 mil colaboradores e estima que, desde sua fundação, mais de 3 milhões de pessoas tenham se hospedado em seus empreendimentos. Seu programa de fidelidade, Tô de Volta, reúne mais de 1,1 milhão de inscritos.
A participação dos canais próprios nas vendas também cresceu. Há pouco mais de uma década, eles respondiam por cerca de 15% das comercializações; hoje, superam 80%, segundo a companhia. Na última edição da Black Friday da Amarante, as vendas ultrapassaram R$ 180 milhões em 15 horas.
A ocupação média da rede ficou próxima de 93% em 2025. Para 2026, a expectativa da empresa é manter o indicador perto de 90%.
Sustentabilidade integra plano de crescimento
Em 2026, a Amarante tornou-se uma Empresa B Certificada, com 110,9 pontos na avaliação. A companhia também é signatária do Pacto Global da ONU e informa ter sido o primeiro grupo hoteleiro do país a receber o Selo Ouro do GHG Protocol. Entre os demais reconhecimentos citados pela rede estão o Bioscore e o Prêmio Braztoa de Sustentabilidade.
Segundo a empresa, mais de 75% das metas de seu atual ciclo ESG foram atingidas. A Amarante publicou seu quarto Relatório de Sustentabilidade e afirma que o Programa Amarante de Formação já qualificou mais de 1 mil pessoas de comunidades próximas aos resorts. A companhia também soma sete anos de certificação Great Place to Work.
(*) Crédito das fotos: Divulgação/Amarante















