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Hot Park Costa do Sauípe: obras preservam 83% de área

Com inauguração prevista para 2027, o Hot Park Costa do Sauípe preservará 83% de sua área licenciada. A construção segue as diretrizes da Agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) da Aviva, formalizada em 2022, e é conduzida com foco em conservação ambiental, impacto social positivo e rigor técnico.

Desde o início das obras, apenas 17% da vegetação do terreno licenciado foi suprimida — decisão que ultrapassa as exigências legais e reforça o compromisso ambiental da Aviva. Toda a supressão foi compensada com ações de preservação e replantio.

“A construção do novo Hot Park Costa do Sauípe é parte da visão de longo prazo da Aviva, que combina desenvolvimento, experiência turística de excelência e responsabilidade ambiental e social. Temos orgulho de liderar um projeto que traduz nosso compromisso com o planeta que queremos: mais sustentável, mais justo e mais inovador”, afirma Alessandro Cunha, CEO da Aviva, durante visita ao canteiro de obras.

Ambiental: mais conservação e menos impacto

Dos mais de 580 mil metros quadrados (m²) licenciados para o projeto, apenas 100 mil m² serão efetivamente construídos. A estratégia inclui a preservação de mais de 230 mil m² de áreas naturais, com dois núcleos principais de vegetação nativa, pequenas ilhas verdes internas e uma extensa APP (Área de Preservação Permanente). Parte do terreno já era alterada desde 2000, antes da aquisição da Aviva.

Além da conservação ativa, o projeto inclui ações como trilhas de contemplação e atividades educativas. A supressão vegetal seguiu protocolos rigorosos, incluindo afugentamento seguro da fauna, transplante de espécies endêmicas e reaproveitamento de material lenhoso na fornalha dos hotéis Brisa Grand Premium e Hotel Terra, reduzindo o uso de gás e a emissão de CO2.

“O Hot Park Costa do Sauípe é um projeto que respeita profundamente o ecossistema local. Suprimir menos do que o permitido é uma escolha consciente e estratégica que traduz nossa responsabilidade com o presente e o futuro da Restinga da costa litorânea da Bahia e da Mata Atlântica como um todo. Cada decisão do projeto passa por esse filtro de compromisso ambiental real”, afirma Neide Tavares, gerente de Sustentabilidade da Aviva.

O solo arenoso da região exigiu soluções técnicas específicas, como a aplicação de uma camada de 30 cm com mistura de areia e argila para permitir o tráfego de veículos durante a obra. Todo o material utilizado tem rastreabilidade assegurada.

Social: integração com a comunidade e educação ambiental

Na primeira fase da obra, a Aviva já investiu cerca de R$ 30 mil em ações de educação ambiental e comunicação comunitária, com treinamentos voltados à fauna local e convivência sustentável. Outros R$ 260 mil serão destinados a iniciativas com os stakeholders de Costa do Sauípe.

A Contribuição Eco Social paga voluntariamente pelos hóspedes também é revertida para projetos locais. A Fundação Projeto Tamar e o Instituto Imbassaí são beneficiados com ações voltadas à inclusão digital, hortas escolares e capacitação de jovens, ampliadas com os recursos da licença ambiental.

Governança: rigor técnico e controle em todas as etapas

Todas as etapas do projeto seguem padrões técnicos exigentes. A delimitação da obra foi feita por topógrafos com margem de segurança adicional de três metros em relação à APP. Empresas especializadas só atuam após liberação de uma equipe de acompanhamento ecológico, responsável por mapear fauna e flora antes de qualquer intervenção.

Os fornecedores são homologados com base em critérios ESG. Há controle documental para materiais utilizados e descarte de resíduos, como os florestais. A obra também está sujeita a relatórios constantes aos órgãos ambientais, mesmo com impacto inferior ao limite autorizado no licenciamento.

(*) Crédito da foto: Divulgação/Aviva

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