Conheça Brenda Kuroda, concierge Les Clefs d‘Or do Sheraton São Paulo WTC

brenda kurodaBrenda começou como assitente de recepção no Blue Tree Morumbi

“Ser concierge é imprevisível. É um mix de emoções”. É assim que Brenda Kuroda, concierge do Sheraton São Paulo WTC Hotel define sua profissão. Aos 32 anos, a profissional vem ganhando cada vez mais espaço no mercado e, recentemente, foi reconhecida como membro da Associação Brasileira de Concierges de Hotéis Les Clefs d’Or Brésil.

Formada em Hotelaria pela Anhembi Morumbi, apesar da pouca idade, Brenda já acumula muita experiência no mercado. Sua carreira começou em 2007, como auxiliar de recepção no Blue Tree Morumbi, em São Paulo, onde permaneceu por quatro anos. Na época, a profissional descobriu a função de concierge e logo se interessou pela função.

“Quando entrei na faculdade de Hotelaria, ainda não tinha muita noção de qual lado gostaria de seguir. Trabalhando na recepção, consegui ter uma visão maior a respeito da operação. Escolhi ser concierge para estar mais próxima dos hóspedes. Poder ajudar, interagir”, conta.

Para aprender mais sobre a função, ela foi promovida a Guest Relations - cargo que ocupou entre 2011 e 2013. Na época, seu marido foi promovido para o Maranhão, onde morou por dois anos.

Após a pausa na carreira e de volta a São Paulo, Brenda buscou recolocação no mercado. “Soube que o Sheraton estava com vagas abertas para concierge e enviei meu currículo, sendo chamada imediatamente”, relembra. Iniciou seus trabalhos em fevereiro de 2016 no cargo junior, passando para o nível pleno e agora, sênior.

Sobre os pedidos mais inusitados que ela já atendeu estão conseguir uma limusine em uma hora e arranjar uma panela de pedra sabão para um hóspede. “Não tenho rotina. Ser concierge é uma caixinha de surpresas”.

Brenda Kuroda: premiação

Em novembro, ela atingiu um dos pontos altos de sua carreira. Foi a única brasileira a ganhar o título de membro Les Cles d’Or Brésil em 2019 - reconhecimento apenas para profissionais altamente qualificados.

Entretanto, para conseguir o broche com as emblemáticas chaves-douradas, símbolo da honraria, a profissional percorreu um longo caminho. O processo durou um ano com provas dissertativas em inglês, entrevistas, preenchimentos de formulários para atender aos requisitos exigidos e duas cartas de recomendação do gerente geral do WTC.

(*) Crédito da foto: Divulgação/Sheraton São Paulo WTC Hotel

Comentários