STR: hotelaria mexicana fecha 3º trimestre com resultados abaixo de 2017

STR - México 3º trimestreMéxico é um destino com atrações históricas e praias lindas

A baixa temporada foi de resultados ambíguos no mercado mexicano. A hotelaria de algumas das principais regiões turísticas do país teve performance abaixo da verificada em 2017. Ainda assim, segundo dados da STR, algumas localidades tiveram bom desempenho no período, caso da Cidade do México,

No geral, a hotelaria mexicana encerrou o terceiro trimestre de 2018 com queda em dois dos três principais indicadores do setor. Enquanto ocupação e RevPar recuaram 1,7% (para 62,2%) e 0,6% (para 1.248,61 pesos) respectivamente, a diária média subiu 1,2% (para 2.007,47 pesos). A comparação é sempre contra igual período do ano anterior.

Analistas da STR atribuem a queda na ocupação aos alertas de viagens emitidos pelo governo americano, principal mercado emissor do país. Em paralelo, a hotelaria mexicana observou alta de 2% na oferta de quartos, enquanto a demanda (room nighs vendidos) cresceu em ritmo menor (+0,3%). Ainda assim, a diária média foi a mais alta já registrada para o terceiro trimestre.

STR: análise regional

Como citado, a Cidade do México foi o mercado com melhor desempenho no país. A capital registrou a maior elevação de ocupação (+4,7%, para 68%) no período. Além disso, obteve crescimento de dois dígitos no RevPar (+10,1%), para 1.572,89 pesos.

A região Noroeste do México, que engloba cidades como Cabo San Lucas e Tijuana, teve o maior aumento de diária média (+ 9,0%, para 2.012,76 pesos). Em compensação, apresentou o maior declínio na ocupação (-6,6%, para 54,2%). Já a Península de Yucatán, que tem o maior pipeline da América Latina, teve queda de 2% no RevPAR (para 2.145,45 pesos). Na região, por exemplo, a Meliá Hotels International vai abrir um resort de luxo.

Área que inclui destinos como Guadalajara e Puerto Vallarta, a região Norte Central teve a maior queda no RevPAR (-3,1%, para 928,28 pesos). Segundo analistas da STR, o desempenho tem relação direta com o recuo de 3,3% (para 61,1%) na ocupação.
 
(*) Crédito da foto: FlavioMoura/Pixabay

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