Grupo Amarante anuncia suspensão das atividades de suas 3 unidades

grupo amarante- coronavírusSalinas Maceió é uma das unidades com operação suspensa

Ontem (25) o Nordeste registrou sua primeira morte causada pela covid-19, no estado de Pernambuco. Com o aumento de casos de coronavírus no Brasil, totalizando 11 em Alagoas - onde estão localizadas suas três unidades - o Grupo Amarante anunciou hoje (26) a suspensão de suas atividades pelo período de 90 dias. 

Os hotéis Salinas Maceió, Salinas Maragogi e Japaratinga Lounge Resort ficarão fechados entre os dias 1º de abril e 29 de junho, buscando desta forma preservar a saúde de clientes e colaboradores, além de atender as recomendações das autoridades e da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Em comunicado, Mário Vasconcellos, diretor-presidente, afirma que “o Grupo Amarante está articulando junto às entidades representativas da indústria da hotelaria e do turismo medidas junto ao governo federal que venham a minimizar os impactos econômicos do fechamento de hotéis em todo o Brasil. Nosso compromisso sempre foi e continuará sendo o de oferecer as melhores experiências para famílias. Tantos as que se hospedam quanto as que trabalham conosco”.

A pandemia de covid-19 vem fechando hotéis pelo país todos os dias. O conterrâneo Flix Hotel anunciou recentemente a paralisação de suas atividades. Em Belo Horizonte, 11 empreendimentos fecharam suas portas. São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e Caldas Novas são mais destinos que sofrem com a queda do turismo e a suspensão das operações hoteleiras.

Grupo Amarante: colaboradores

Uma das principais preocupações dos hoteleiros no momento são os colaboradores. Segundo Fernando Holanda, diretor de Marketing e Vendas, o grupo está analisando cada caso individualmente e aguardando novas medidas por parte do governo federal. “De imediato, estamos trabalhando com o consumo de bancos de horas acumuladas. Só vamos tomar qualquer decisão quando houver um ambiente com maior segurança jurídica por parte do governo. Entendemos que o Ministério da Economia tem ouvido bem nossas demandas e acreditamos que haverá políticas públicas mais adequadas ao enfrentamento da crise”.

(*) Crédito das fotos: Divulgação/Grupo Amarante

 

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