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Coquetel e show oficializam inauguração do The Westin São Paulo

Há poucas horas, o The Westin São Paulo foi palco de uma celebração para consolidar oficialmente a abertura do empreendimento, inaugurado há pouco mais de um mês. A cerimônia teve coquetel e show da Banda Eva e contou com a presença de executivos da Rede Deville, proprietária do hotel, da Marriott International, detentora da bandeira Westin, e diversos nomes do trade.

O Hotelier News esteve presente no evento e conversou com os executivos para entender as perspectivas em relação ao The Westin São Paulo. Jayme Canet Neto, CEO da Deville, destaca que a inauguração consolida um plano antigo de trazer a rede para a capital paulista. “É a realização de um sonho nosso, com uma bandeira hoteleira muito importante. As portas estão abertas há apenas 40 dias e, por isso, estamos realizando alguns ajustes. Mas posso dizer que o movimento já é surpreendente”, pontuou o executivo.

Jayme Canet e Jayme Canet Neto

Ele acrescentou que a meta do The Westin São Paulo era atingir 40% de ocupação em agosto. Já no início do mês, a perspectiva foi superada, com o indicador chegando a 41% e valorizando significativamente a diária média. Além disso, o CEO endossou que a abertura do hotel traz expectativas positivas de expansão, com mercados estratégicos como o Rio de Janeiro no foco da estratégia.

Performance

Rodrigo Tort, gerente de Vendas e Marketing do The Westin São Paulo, afirmou que a performance acima das expectativas, ainda no começo da operação, é reflexo, entre outros fatores, do soft opening. Por outro lado, lembrou que a localização é um ponto importante para garantir bons resultados.

“O Itaim Bibi tem uma pujança muito grande no que diz respeito à flutuação da diária média. Quando há demanda maior, os hotéis da região têm essa elasticidade de tarifa e o The Westin São Paulo, sem dúvida, irá surfar nessa demanda”, enfatizou o executivo.

Rodrigo Tort
Tort celebrou performance do hotel

Tort salientou que, apesar de a tarifa de soft opening ser atrativa, já há muitas negociações corporativas em curso para os próximos meses, com empresas da região. “A tarifa soft é boa para o individual, mas no corporativo já estamos negociando acordos, com boa fluidez. A força da marca ajuda muito. Falando da região, a concorrência do hotel tem um raio mais amplo, com outros empreendimentos se posicionando de maneira similar. Mas temos o diferencial competitivo de ser um produto completamente novo”, disse.

Segundo ele, o mercado ganha com este cenário. Para Tort, a abertura de um hotel como o The Westin São Paulo, que possui 187 apartamentos, impacta o setor de forma significativa. “A Deville está sempre atenta à demanda, que vai vir naturalmente, sem necessidade de uma estratégia tão agressiva de preços. O segredo é ser assertivo”, completou.

Expectativas

Diogo Nazarian, gerente geral do The Westin São Paulo, pontuou que o trabalho para posicionar o empreendimento no mercado começou bem antes da abertura. “Foi feito um trabalho pela Marriott e Deville para estruturar processos e iniciar negociações e relacionamentos antes da inauguração”, explicou.

Segundo ele, foram sete meses de pré-abertura que fizeram a diferença na performance. “Se analisarmos os primeiros dias de junho, os números já surpreendem positivamente, com mais de 20% de ocupação. Em julho, tivemos 30%, e a perspectiva para este mês é fechar com 50% a 55%”, analisou.

Diogo Nazarian
“Estamos muito confiantes”, disse gerente

O gerente acrescentou que a expectativa, considerando a força da Marriott e da bandeira Westin, somada à estratégia da Deville, é de uma performance cada vez mais positiva. “Fazia parte da ambição da Deville ter um empreendimento na capital paulista. A perspectiva da empresa é bem positiva e acredito que estejamos atingindo esta meta, recebendo grupos, bandas internacionais e escuderias de Fórmula 1, tudo isso com pouco tempo de operação. O novo gera curiosidade, e isso é bom, porque atrai novos clientes”, ressaltou.

Experiências

A cerimônia que consolidou a abertura do The Westin São Paulo apresentou uma prévia das experiências de A&B (Alimentos & Bebidas) que serão oferecidas no empreendimento. Segundo o chef executivo Cesar Cannizza, a gastronomia do hotel é voltada principalmente à brasilidade.

Chef Cesar Cannizza

“O Brasil tem um terroir maravilhoso, com muito o que explorar e valorizar, conectando-se à filosofia do hotel. Conseguimos construir um departamento que entrega bastante identidade brasileira, mas, ao mesmo tempo, está preparado para atender às demandas do público internacional que vem ao Brasil para conhecer nossos sabores”, destacou.

Além disso, o mixologista e consultor Marcelo Serrano afirmou que a carta de drinks do The Westin São Paulo une a identidade brasileira com técnicas modernas, utilizando ingredientes como jambu e cambuci em suas criações. “Temos releituras de clássicos como Negroni e Moscow Mule, entre outros”, finalizou.

(*) Crédito das fotos: Peter Kutuchian/Hotelier News

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