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Catete Apartments celebra um ano e vê futuro promissor

O Rio de Janeiro se firmou como um dos mercados que mais crescem no setor de short-term rental no Brasil, impulsionado pelo turismo e pela demanda por hospedagens flexíveis. Foi nesse cenário que surgiu a Catete Apartments, empresa com DNA 100% carioca e liderada por Amanda Restom de Castro, juntamente com a mãe e sócia Ana Restom de Castro. Com um ano de atuação, a companhia já colhe bons frutos e tem planos ambiciosos para o futuro.

Em entrevista à reportagem do Hotelier News, Amanda, co-fundadora da empresa, conta que, para começar a operação, foi preciso um planejamento detalhado. “Eu sempre quis empreender. Sou economista e trabalhei por muitos anos em um fundo de investimentos, passando a entender melhor como funciona esse mundo. Comecei a investir em imóveis em 2021, quando comprei meu primeiro apartamento. Com o passar dos anos, já com melhor visão de mercado, adquiri mais bens imobiliários”, explica a executiva.

Quando Amanda decidiu abrir a empresa, já possuía alguns imóveis mobiliados e decorados. Todos estavam alugados, até que ela notou que a locação por temporada traria mais retorno. Hoje, o portfólio da Catete Apartments conta com 53 apartamentos, sendo sete próprios e 46 de terceiros.

“Entramos no mercado de short-term rental com o objetivo de maximizar o retorno de investimento. Começamos a empresa em 2024, com apartamentos meus, e meses depois assinamos o primeiro contrato. Além das unidades já no portfólio, temos mais 10 contratos assinados. Nossa meta é chegar a 80 apartamentos até o final deste ano. Obviamente, é possível ultrapassar esse objetivo, mas vínhamos de um crescimento muito acelerado e sentimos a necessidade de organizar melhor a casa para, em seguida, avançar mais”, continua Amanda.

Atuação e perspectivas

Com todo o portfólio concentrado no Rio de Janeiro, a Catete Apartments ainda não tem planos de expandir para outros mercados. Isso porque, segundo Amanda, o objetivo no momento é se manter em um território que a empresa já conhece. As unidades estão distribuídas pelo Centro e Zona Sul, em bairros como Leblon, Ipanema, Copacabana, Botafogo, Flamengo, Glória, Catete e Laranjeiras.

Catete-Apartments-Amanda
Executiva detalha modelo de negócio

“Optamos por trabalhar apenas com o short stay, ou seja, de um a 90 dias. Por enquanto, atuamos só no Rio, porque há uma demanda muito alta na cidade, e esse é um business no qual se ganha na escala. Prefiro ainda crescer por aqui, que é um mercado que conheço, tenho vantagem e muito o que explorar”, acrescenta a co-fundadora da Catete Apartments.

Hoje, segundo a executiva, a grande maioria dos clientes é formada por investidores que buscam retorno expressivo. Por isso, a empresa tem atuado para superar os desafios de ter um portfólio pulverizado e optou pela padronização de processos para garantir boas experiências aos hóspedes e, consequentemente, maior retorno aos investidores.

“Aqui, fazemos o que precisa ser feito. A experiência tem que ser padronizada. Uma coisa que sempre valorizamos é: quando o hóspede abrir a porta do apartamento, ele precisa ver exatamente o que viu no site e, se for um habitué, precisa ter uma estada igual ou superior à última. Tem dado certo”, diz Amanda.

A executiva aponta, ainda, que o mercado no qual a Catete Apartments atua — de apartamentos de entrada (a maioria studios) — é sensível a preço. Dessa forma, a precificação precisa ser assertiva para garantir a ocupação. “Ganhamos mais na ocupação. Por outro lado, ainda não conseguimos cobrar tão mais caro na diária, mas nada que prejudique o retorno ao investidor. Estamos trabalhando para garantir mais ocupação e também mais preço”, pontua.

Amanda conta que uma das grandes apostas da Catete Apartments é investir em marketing, com anúncios bem feitos, o que ajuda a garantir a performance positiva das unidades. De 28 de abril a 28 de maio, a ocupação média ficou em 89,9%, número 19% superior a anúncios similares.

“Além disso, nossos anúncios têm uma média de 14 mil visualizações semanais, superando com folga a média geral do Airbnb, que é de 2,6 mil. Isso também nos encoraja a trabalhar mais o preço. Temos feito testes, aumentando R$ 10 a cada semana. Quando está performando bem, seguimos aumentando. Caso contrário, redefinimos a estratégia. Em apenas um ano, já avançamos muito e continuamos otimistas”, finaliza.

(*) Crédito da capa: Divulgação/Catete Apartments

(**) Crédito da foto: Reprodução/LinkedIn

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