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Projeto de hotel no Palácio Rio Branco avança com novo sócio

A implementação do hotel de alto padrão no Palácio Rio Branco, no Centro Histórico de Salvador, avança mais uma etapa. Após mudança na composição societária do consórcio responsável pela concessão, a entrada do grupo baiano André Guimarães como sócio foi oficializada.

Segundo Maurício Bacelar, secretário de Turismo da Bahia, com a atualização, o cronograma prevê o início das obras até a primeira quinzena de maio. Com a reestruturação societária da empresa vencedora da licitação, aprovada pelo Governo do Estado, o projeto apresentado na na PPP (Parceria Público-Privada) foi reformulado. A partir disso, a categoria do futuro hotel também foi elevada.

“A empresa passou por uma mudança societária. Entrou um sócio na empresa e foi preciso que aprovássemos isso. Eles nos enviaram um cronograma de execução de obras com o compromisso de iniciar as obras até a primeira quinzena de maio”, diz.

Segundo a Setur-BA (Secretaria de Turismo da Bahia), a reestruturação societária e alterações arquitetônicas não modificam as bases contratuais da concessão, que mantém prazo de 35 anos, aponta o portal Let’s Go Bahia.

Projeto reformulado

Após vencer a licitação, o consórcio solicitou autorização para alterar o projeto original com o objetivo de elevar o padrão do empreendimento. A proposta foi acolhida pelo governo estadual e, de acordo com Bacelar, o contrato prevê que seja um empreendimento seis estrelas, independentemente da bandeira.

Mesmo assim, o secretário desmentiu os rumores sobre o novo hotel integrar o portfólio da Rosewood Hotels & Resorts. Por estar localizado em área tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o novo projeto precisou ser submetido à análise do órgão federal, que concedeu autorização. A proposta também recebeu aval da Prefeitura de Salvador.

Novidades

Para garantir viabilidade econômica, o modelo prevê a construção de um prédio anexo ao palácio. O edifício histórico comportaria 38 apartamentos, número considerado insuficiente para sustentar o empreendimento dentro da modelagem financeira da PPP.

Para isso, uma área contígua foi desapropriada e 70 UHs (unidades habitacionais) devem ser construídas.

(*) Crédito da foto: Divulgação/Setur-BA

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