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Luciano Motta encerra ciclo de quase 10 anos no Mabu

Com a certeza de que deixa um legado positivo, Luciano Motta encerra um ciclo de quase uma década amanhã (22), quando dará seu último expediente como CEO do Grupo Mabu. Esta foi a segunda passagem do executivo pela rede paranaense, onde começou como mensageiro há mais de 30 anos.

Motta retornou ao grupo em 2017, como diretor de Vendas, após experiências no Lizon Curitiba Hotel, Trend Operadora e BHG (Brazil Hospitality Group) — onde permaneceu por nove anos. O executivo ocupava a cadeira de CEO do Mabu desde 2022, quando a empresa reestruturou seu time corporativo, sucedendo Wellington Estruquel.

Sob sua gestão, o Mabu atingiu números históricos. Em 2025, a companhia obteve o melhor resultado desde sua fundação. A divisão hoteleira registrou alta de 25,3% no lucro EBITDA. No período, o Mabu Thermas Resort registrou R$ 150 milhões em faturamento.

“Quando eu cheguei, o Mabu Curitiba Business era um prédio à venda e faturava R$ 5 milhões. No ano passado, o hotel atingiu R$ 20 milhões. Melhoramos em serviços e atendimento nos últimos três anos, com 80% de ocupação anual em 2025 e produtos como o My Mabu em primeiro lugar no TripAdvisor de Foz do Iguaçu”, comemora Motta em entrevista à reportagem do Hotelier News.

O executivo ainda destaca outras conquistas, como a redução do turnover e o selo GPTW (Great Place To Work). “Fomos agraciados com esses números. Estou deixando um legado, mas ninguém faz nada sozinho. Tudo isso só foi possível pelas pessoas que se sentem valorizadas e prestigiadas. Vim de baixo e sei como é o início”, continua Motta.

Os próximos passos

Aos 50 anos, Motta deixa Foz do Iguaçu para viver em Goiânia. O executivo foi contratado pela GAV Resorts para liderar a frente de hotelaria. Com projeção de atingir R$ 1 bilhão anual em VGV (Valor Geral de Vendas) até 2028, a empresa segue em expansão após abrir as portas de um empreendimento em Pirenópolis (GO), além de contar com outro em pipeline no Ceará.

“Vou cuidar do pipeline de hotelaria da rede, que conta com diversas aberturas. Quero encarar esse desafio, pois a GAV ainda é pouco conhecida no mercado, mas deve se tornar enorme. Trata-se de uma empresa jovem, de apenas seis anos, que ainda tem muito espaço para crescer”, finaliza Motta.

(*) Crédito da foto: Divulgação/Grupo Mabu

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